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Estudos

Atlas Brasileiro de Energia Solar – 2ª Edição (2017)

A primeira edição do Atlas Brasileiro de Energia Solar foi lançada em 2006 com base em 10 anos de dados dos satélites da série GOES e no modelo físico de transferência radiativa BRASIL‐SR, validado com dados observados em 98 estações meteorológicas operadas pelo INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) e espalhadas por todo território nacional. Na época do lançamento, a rede SONDA (Sistema de Organização Nacional de Dados Ambientais), operada pelo INPE, havia recém entrado em operação e contribuiu no processo de validação com apenas três anos de dados solarimétricos das 3 componentes da irradiação solar na superfície: global horizontal, direta normal e difusa. Essa edição pioneira do Atlas constituiu um marco importante no histórico da energia solar no Brasil e é, ainda hoje, empregada por vários investigadores e empreendedores da área de energia solar.


A Potencialidade Energética da Biomassa no Brasil

A utilização de fontes renováveis de energia na matriz energética mundial, que sejam além de ambientalmente favoráveis, economicamente viáveis, é um dos maiores desafios da sociedade atual. No Brasil, esta preocupação torna-se evidente diante à predominante utilização de fontes não renováveis, nocivas ao meio ambiente, como o petróleo e seus derivados, na matriz nacional. A análise do potencial energético que a biomassa, como fonte renovável e amplamente disponível no país, é o objetivo deste estudo. Assim, este estudo consiste em analisar a matriz energética brasileira, com o intuito de comprovar a potencialidade de utilização de uma fonte específica de energia, a biomassa. Para tanto, foram consideradas as vantagens e desvantagens que a mesma possui diante às principais fontes renováveis já utilizadas no país. Metodologicamente trata-se de uma análise da atual matriz energética nacional, elucidando a importância de renovação e complementariedade da mesma. Neste sentido, como resultado, apesar do elevado potencial energético que o Brasil apresenta, devido à falta de políticas públicas claras, o potencial registrado ainda é modesto perante as possibilidades que a biomassa poderá vir a gerar para o país.


Atlas do Potencial Eólico Brasileiro

O Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, publicado em 2001 e concebido para a altura de 50 metros (altura suficiente para as tecnologias dos aerogeradores da época), foi, sem dúvida, um importante marco para o desenvolvimento do setor eólico no Brasil. Com o passar dos anos, o mercado eólico brasileiro experimentou crescimento significativo, tanto devido à implantação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica – Proinfa, quanto aos resultados alcançados pelos leilões de energia. Ao longo do tempo, a tecnologia de aerogeradores desenvolveu-se significativamente disponibilizando modelos de maiores potências e dimensões para operação em alturas mais elevadas, quando comparados aos modelos comercializados em 2001.